Currículos
Resumidos e Temas das Palestras Euler Pereira Bahia· Mestre em Matemática pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo · Bacharel em Matemática pela Universidade de São Paulo · Reitor do Centro Universitário Adventista de São Paulo (UNASP) PALESTRAS: 1. Reflexão sobre relações entre fé e ciência2. Casualidade ou intencionalidade?
Haller Elinar S. Schünemann· Doutor em Ciências Sociais e Religião pela Universidade Metodista de São Paulo · Mestre em Psicologia Escolar e Desenvolvimento pela Universidade de São Paulo · Especialista em Administração Financeira pela Fundação Getúlio Vargas · Bacharel em Teologia pelo UNASP · Licenciado em Pedagogia pelo UNASP · Professor de Psicologia e Filosofia no Ensino Superior do UNASP – Campus 1 · Pesquisador do Núcleo de Estudos das Origens (NEO) – UNASP PALESTRAS: 1. A filosofia da alma e a ciência da mente Resumo: Analisa como as funções exclusivas do ser humano como pensamento, linguagem e vontade foram identificadas na maior parte do tempo na Filosofia como funções da alma. Considera especialmente como o pensamento do século XVII e XVIII tentou manter a dualidade humana. Faz uma apresentação de como no século XIX e XX o conceito de alma foi abandonado por uma visão fisiológica destas funções exclusivas. Faz também uma reflexão sobre o conceito bíblico de ser humano e sua semelhança com o modelo atual: cérebro e mente. 2. Pode-se confiar na criação segundo o Gênesis? Uma análise hermenêutica Resumo: Analisa as críticas feitas à unidade do Pentateuco, como evidência contrária a Criação bíblica. Considera os argumentos favoráveis aos dias literais da criação e à correspondência entre as narrativas apresentadas em Gênesis 1 e 2. 3. O debate criação x evolução na escola Resumo: Apresenta a controvérsia entre criacionistas e evolucionistas sobre a exposição da Evolução na escola pública estadunidense. Destaca alguns ataques equivocados de ambos os lados que dificultam a focalização adequada do problema. Propõe uma visão que possa ser conciliadora e, ao mesmo tempo, que seja fiel à proposta da educação em uma sociedade pluricultural. 4. Origens: a visão da religião e a visão da ciência Resumo: Apresenta a importância do papel da discussão das origens em termos de um significado pessoal. Compara os diversos mitos da Criação dos mais diversos povos e o significado que eles apresentam em comum. Demonstra a proposta naturalista como uma antítese a estas propostas religiosas. Considera, no caso do cristianismo, como a integração entre a religião e a ciência pode ocorrer, demonstrando os modelos diversos desta integração. 5. As origens sob a visão da filosofia da ciência: um estudo de caso Resumo: Apresenta a proposta do campo da Filosofia da Ciência, como uma crítica ao que é feito em nome da Ciência. Traz algumas implicações para o conceito da discussão das origens e exemplifica a problemática num estudo feito entre revistas de divulgação científica publicadas na década de 1990. 6. A mente como espelho da mente Resumo: Apresenta as maravilhas do cérebro e a relação com a mente. Relaciona as maravilhas do funcionamento cérebro-mente como uma assinatura de Deus na criação do ser humano. Público alvo: alunos do Ensino Fundamental e Médio 7. A torre de babel: a criação do caos lingüístico Resumo: Considera as diversas características das línguas atuais faladas no mundo, mostrando semelhanças entre elas. Analisa como a proposta de Chomsky da língua como elemento biológico do ser humano é favorável à Criação [em preparo]. 8. A criação na fé e a fé na criação Público alvo: igreja (para o culto de sábado ou de domingo) Marcia Oliveira de Paula· Doutora em Microbiologia pela Universidade de São Paulo · Mestre em Microbiologia pela Universidade Federal de Minas Gerais · Bacharel e Licenciada em Ciências Biológicas pela Universidade Federal de Minas Gerais · Coordenadora do NEO – UNASP · Coordenadora do Curso de Ciências Biológicas do UNASP – Campus 1 · Professora de Genética e Evolução no Curso de Ciências Biológicas do UNASP – Campus 1. PALESTRAS: 1. Mutação e seleção natural: fatores evolutivos? Resumo: De acordo com a teoria da evolução, a vida na Terra começou com a evolução da primeira célula, a partir da qual se desenvolveram os organismos mais simples. Estes deram origem aos organismos mais complexos. Todos os novos genes e novas informações surgiram por mutação e recombinação. As mutações ocorrem ao acaso. A maioria delas são deletérias e diminuirão a adaptação dos organismos ao meio ambiente. Novas combinações do material genético são formadas através da recombinação de genes que ocorre na meiose, durante a reprodução sexuada. A seleção natural elimina as mutações deletérias e preserva as combinações disponíveis que estão melhor adaptadas ao ambiente. Pode-se então perceber que, segundo a teoria da evolução, a mutação, recombinação e seleção natural constituem-se nos principais fatores evolutivos. Esta palestra explica, com detalhes, o que são a mutação, recombinação e seleção natural e discute a impossibilidade de estes mecanismos terem sido capazes de originar toda a grande variedade de seres vivos que existem atualmente. 2. Existem evidências da evolução? Resumo: Se abrirmos qualquer livro de Biologia do Ensino Médio vamos nos deparar com um capítulo denominado “Evidências da evolução”. Algumas dessas evidências são as semelhanças na anatomia, na embriologia e na bioquímica, existentes entre os seres vivos, além dos órgãos vestigiais e dos fósseis. Esta palestra explica o que é cada uma dessas evidências e discute se elas são mesmo válidas ou se poderiam, por outro lado, ser consideradas como boas evidências da criação. 3. A origem de novas espécies Resumo: No capítulo 1 do livro de Gênesis é descrita a criação de todos os seres vivos por Deus. Todos eles foram criados "segundo sua espécie". Baseado neste versículo, alguns criacionistas acreditam que Deus criou todas as espécies que existem atualmente. Mas esse conceito resulta de uma má compreensão do termo "segundo a sua espécie" do livro de Gênesis. Então, será que o criacionista pode aceitar a origem de novas espécies? Esta palestra define o conceito científico de espécie e mostra que as mudanças nas espécies através dos tempos são irrefutáveis e novas espécies e gêneros podem ter surgido após a criação. Também discute os mecanismos que podem levar a mudanças nas espécies. 4. Trilobitas: um enigma de complexidade Resumo: Os trilobitas são membros extintos de um grupo animal muito grande, o filo Arthropoda, ao qual pertencem os insetos modernos. O trilobita, um dos animais complexos mais antigos que aparecem no registro fóssil, surgiu no Cambriano. No Pré-cambriano, as rochas terrestres mais antigas, não há indícios de animais que pudessem ser considerados ancestrais dos trilobitas. Os trilobitas eram formas requintadas, que possuíram corpos segmentados elaborados, com sistema nervoso cefalizado, apêndices torácicos e abdominais articulados, antenas, olhos compostos e mecanismos moleculares tão complexos como os dos insetos modernos. O grande problema para a teoria da evolução é que os trilobitas e outras formas aparecem no cenário fóssil plenamente formados, como organismos perfeitamente competentes. Sendo que as complexidades que descrevemos estavam todas presentes e plenamente funcionais num dos primeiros animais multicelulares para o qual há registro, pode-se formular a pergunta: De onde derivaram estas complexidades? Onde e quando aconteceu a evolução? Esta origem súbita de animais tão complexos como os trilobitas é bem melhor explicada pelo modelo criacionista do que pelo modelo evolucionista. Público alvo: Estudantes universitários com conhecimento na área de biologia 5. A origem da vida e o problema da complexidade irredutível Resumo: As células são o elemento básico de todos os seres vivos. Todos os organismos complexos são compostos de células. As células também são estruturas extremamente complexas. Células únicas de vida livre, como a ameba e outros protozoários, devem desempenhar todas as funções necessárias para a vida, como os organismos mais complexos. Essas células possuem sistema digestório, reprodutor, respiratório, nervoso, esquelético, excretor, muscular, etc., minúsculos e muito complexos. Além disso, todas as células vivas possuem características em comum que são consideradas fundamentais para a vida. São discutidos alguns dos sistemas incrivelmente complexos de uma célula, incluindo o funcionamento do material genético, o DNA. Um dos principais problemas para a teoria da evolução é explicar a origem da vida. Esta palestra revisa as principais teorias evolucionistas que tentam explicar a origem da vida. Discute também sobre sistemas irredutivelmente complexos, que são sistemas compostos de várias partes e que só podem funcionar quando todas as suas partes estão juntas. Existem vários sistemas biológicos considerados irredutivelmente complexos, que constituem um fortíssimo desafio à evolução darwiniana. 6. O Registro fóssil 7. A Evolução na Biologia Resumo: O que é evolução? Qual é a importância da teoria da evolução na Biologia? Existe mais de uma teoria da evolução? Essas são perguntas que muitos criacionistas se fazem, porque desconhecem o assunto. Muitos deles dizem discordar da teoria da evolução, mas sem conhecê-la. O objetivo dessa palestra é responder às perguntas acima, além de fazer um histórico sobre as principais idéias evolucionistas e explicar os principais mecanismos evolutivos segundo as teorias da evolução modernas. Além disso, esclarece o significado de termos como especiação, macroevolução e microevolução. 8. Evidências da criação divina na natureza Público alvo: igreja (para o culto de sábado ou de domingo) Marcos Natal de Souza Costa· Doutorando em Geologia pela Universidade Estadual de São Paulo · Mestre em Geologia pela Universidade Federal de Minas Gerais · Bacharel em Geologia pela Universidade Federal de Minas Gerais · Professor dos Cursos de Ciências Biológicas e Enfermagem do UNASP – Campus 1 · Pesquisador do NEO – UNASP PALESTRAS: 1. Evidências geológicas do dilúvio do Gênesis Resumo: Até alguns anos atrás a crença em um dilúvio universal era mais um artigo de fé que propriamente um enunciado científico. Isto porque ainda eram escassos os estudos nas áreas da geologia e da paleontologia, especialmente aqueles voltados para uma abordagem catastrofista do registro fóssil e geológico. Nos anos mais recentes uma série de novos dados foi acrescida àqueles já conhecidos, resultando em inúmeras evidências de que uma grande catástrofe, conforme descrito no livro de Gênesis, teria atingido a Terra em um passado não muito distante. Entre estas se pode mencionar uma ampla atividade marinha sobre os continentes, hiatos importantes no registro sedimentar, ou seja, ausência por longos períodos de tempo de processos sedimentares, alguns pressupostos fundamentais relacionados aos processos de fossilização como extinção em massa e o soterramento rápido e a constatação de sistemas ecológicos incompletos. Estes e muitos outros dados vêem corroborar a hipótese criacionista de que um grande dilúvio se abateu sobre a Terra, proporcionando as feições atualmente observadas tanto na geologia como na paleontologia. 2. O registro fóssil constitui uma evidência segura da evolução? Resumo: O tema procura apresentar a incompatibilidade do registro fóssil, ou seja, a distribuição dos organismos fósseis na coluna geológica, com os conceitos gerais da teoria da evolução. O Darwinismo, por exemplo, teria sido fortemente influenciado pelas estruturas conceituais de sua época sendo, em certa medida, uma versão para a biologia de muitos dogmas da Inglaterra liberal do século XIX. As descontinuidades marcantes entre os principais grupos de organismos (invertebrados, peixes, anfíbios, répteis, aves e mamíferos) e a falta de elos de transição contradizem notoriamente o gradualismo proposto por Darwin de uma evolução lenta, gradual e intermitente. Os exemplos apresentados como indícios de formas de transição (elos de ligação), como o par Eusthenopteron/Ichthyostega, sugerindo a passagem de peixes para anfíbios, ou mesmo do Archaeopteryx, sugerindo a passagem de répteis para aves, apresentam-se muito mais como evidências de formas intermediárias, ou seja, organismos que apresentavam características em comum com outros organismos, não implicando necessariamente em elos de transição. 3. As origens do homem Urias Echterhoff Takatohi· Doutor em Física pela Universidade de São Paulo · Mestre em Física pela Universidade de São Paulo · Bacharel em Física pela Universidade de São Paulo · Professor do Ensino Superior do UNASP – Campus 1 · Pesquisador do NEO – UNASP PALESTRAS: 1. Tempo, um problema para os modelos de história da Terra Resumo: Visões de mundo diferentes resultam em conceitos diferentes acerca das origens e tempo na história da Terra. A ciência moderna adotou uma visão de mundo estritamente naturalista desde o Século XIX. Modelos de origens resultantes desta visão de mundo atribuem uma idade de cerca de 4,5 bilhões de anos para a Terra e cerca de 600 milhões de anos para a existência de vida abundante na Terra. Em contraste, a visão de mundo teísta cristã baseada na Bíblia atribui cerca de 6 a 8 mil anos para a vida na Terra e cerca de um ano para a deposição da maior parte das rochas fanerozóicas. Os princípios e métodos da geocronologia são esboçados brevemente. Uma observação nos valores de tempo atribuídos aos limites entre períodos geológicos mostra que eles não têm variado ao longo do século XX apesar dos progressos observados nos métodos de datação. Uma pesquisa em publicações sobre geocronologia desde 1995 mostra que a maioria delas constitui estudos em estratigrafia e as datações são feitas principalmente pelos métodos do 40Ar/39Ar, U/Pb, 14C e diversos métodos que utilizam os danos de radiação sobre os materiais. É feita uma breve descrição dos principais métodos e alguns de seus problemas são indicados. Público alvo: Estudantes universitários na área de ciências – adaptável para igreja 2. Visões de mundo Resumo: Define e caracteriza o conceito de visão de mundo. Considera a classificação das visões de mundo em três principais: Teísta: A realidade primária é um Deus pessoal e o tudo o que há no cosmos é sua criação. Naturalista: A realidade primária é o próprio cosmos que existe por si e se desenvolve sem direção ou propósito. Panteísta: A realidade primária é uma divindade difusa em todo cosmos. Desenvolve o fundamento da visão teísta (cristã) com base em S. João 1. 3. Pensando Ciência num contexto cristão e adventista Resumo: Discussão de textos bíblicos e citações de E. G. White sobre Lei Natural, Ciência, e estudo da Ciência. Público alvo: adventistas em meio a ambientes acadêmicos 4. Considerações sobre teorias de origem do universo Resumo: Considerações históricas sobre o desenvolvimento das teorias de origem do universo. Descrição superficial do modelo de origem do universo atualmente mais aceito (Modelo padrão ou Big Bang). Considerações filosóficas e teológicas sobre o modelo padrão de origem do universo. Comparação das conseqüências de se crer num modelo de origem puramente naturalista com um modelo teísta cristão. 5. Criação bíblica ou Evolução? – A Bíblia e a Ciência Resumo: Visão geral de concordâncias e discordâncias entre a Ciência e a Bíblia. Sugestão de como lidar com as possíveis discordâncias. 6. Considerações sobre datação geológica com subsídios para entender os métodos relacionados ao potássio-argônio Resumo: Palestra bastante técnica, detalhando aspectos dos métodos de datação baseados no nuclídeo radioativo do potássio 40. São feitos comentários sobre a confiabilidade do método. Público alvo: Estudantes universitários da área de ciências exatas e naturais 7. Quem Somos? Donde Viemos? Para onde Vamos? Resumo: Diante da pergunta do título, procura-se mostrar o ser humano em relação ao universo. Sendo o universo tão grande, o que é o homem? Oferecem-se duas opções: 1 – Opção naturalista – O homem é o produto da ação das leis naturais e do acaso, tendo uma existência sem finalidade num período muito curto em relação à existência do universo e fadado à extinção. 2 – Opção teísta cristã – O universo foi criado por Deus e o homem foi criado por Deus com atributos divinos. Tendo se afastado do bom plano inicial de Deus, tem agora a oportunidade de ser participante do plano de Deus para sua restauração. Público alvo: alunos do Ensino Fundamental e Médio |