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COLUNAS DE NOSSA FÉ - Tema 1 Resumo de alguns comentários sobre os temas objetos de estudos da "Lição da Escola Sabatina" da Igreja Adventista do Sétimo Dia, para o terceiro trimestre de 2001:
A "Lição da Escola Sabatina" é uma publicação da Casa Publicadora Brasileira, que detém todos os direitos sobre a reprodução de seus textos, e que pode ser acessada no "site" da Casa Publicadora Brasileira, no seguinte endereço: http://www.cpb.com.br. Se alguém desejar receber por e-mail o texto completo destes comentários da Sociedade Criacionista Brasileira, poderá fazer sua solicitação à Sociedade no seguinte endereço eletrônico: ruivieira@scb.org.br. A programação para a disponibilização dos textos referentes aos quatro temas acima mencionados é a seguinte: 1º tema – Dia 13 de julho 2º tema – Dia 20 de julho 3º tema – Dia 27 de julho 4º tema – Dia 3 de agosto Tribuna das Cariátides – Colunas antropomórficas do Erectéion, na Acrópole de Atenas COLUNAS DE NOSSA FÉ I – O SÁBADO (14 de julho de 2001) "O sábado permanece como um monumento eterno da obra de Deus como Criador e Salvador da humanidade." O sábado foi um monumento instituído desde os primórdios, no Jardim do Éden. Como uma das colunas de nossa fé, sobreviveu à maior das catástrofes – que foi a queda de Adão e Eva, a sua expulsão do Éden, e todas as conseqüências adversas que daí resultaram. Permaneceu até hoje, apontando para a obra da Criação, e também para a Recriação de todas as coisas pelos méritos do sacrifício de Cristo, que faz novas todas as coisas. E permanecerá por toda a eternidade, quando os salvos pelo sacrifício de Cristo se congregarão para entoar seus louvores e prestar sua adoração ao seu Salvador, a cada sábado. "As coisas terrestres, como monumentos ou lugares santos, podem ser destruídas. Mas o sábado não pode ser destruído."
O tempo passa... Templos uma vez construídos no passado distante hoje estão destruídos, deles restando apenas algumas colunas testemunhando a fé de seus construtores. Assim foi no Egito, na Mesopotâmia, na Pérsia, na Grécia e em Roma. "Os movimentos do Sol e da Lua determinam a duração do dia e do mês (e também do ano), mas não existe nada nos ciclos normais da natureza que governe uma semana de sete dias ... demarcada pelo sábado." Gênesis 1:14 – "Disse também Deus: Haja luzeiros no firmamento dos céus, para fazerem separação entre o dia e a noite; e sejam eles para sinais, para estações, para dias e anos." Gênesis 2:3 – E abençoou Deus o dia sétimo e o santificou."
"A maioria das culturas observa dias santos semanais de descanso ou adoração."
Em Israel, hoje, tem-se um interessante exemplo dessa diversidade cultural. O setor muçulmano observa a sexta-feira. Os israelenses observam o sábado. As diferentes denominações cristãs, em sua grande maioria, observam o domingo. Entretanto, se remontássemos a vinte séculos atrás, lá só encontraríamos a observação do sábado como dia santo semanal, dando continuidade à celebração do dia instituído para a adoração do Criador naquele "princípio" em que "Deus criou o céu e a terra" – o sétimo dia da Semana da Criação, o sábado, o "Memorial da Criação". Se remontássemos a tempos mais remotos ainda, e a regiões e locais os mais distintos ao redor do mundo, verificaríamos a universalidade do sábado no tempo e no espaço. É o que atesta a famosa "Carta da Semana", elaborada pelo doutor em teologia Rev. William Mead Jones, em meados do século dezenove. Reproduz-se a seguir pequeno trecho ilustrativo da referida Carta da Semana, e um quadro no qual é apresentada uma amostra do significado específico da denominação dada ao sétimo da semana em algumas línguas consideradas na Carta.
Recomendamos como bibliografia para as lições que abordam os temas sobre o Sábado, o livro "O Sábado" de Guilherme Stein Jr., recém-editado pela Sociedade Criacionista Brasileira em terceira tiragem da segunda edição. Exemplares deste livro poderão ser solicitados através do preenchimento do formulário de pedidos constante deste nosso site.
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