Estudo 11 - Índice Comentários - Comentários Prof. Roberto Azevedo
A NATUREZA E O PODER DE DEUS |
1 A Criação do Universo Material
São feitas, a seguir, transcrições de trechos de um interessante artigo sobre o modelo do "Big Bang", de autoria de Mart de Groot, astrônomo adventista, doutor em Ciências Naturais pela Universidade de Utrecht, e pesquisador associado no Observatório de Armagh, na Irlanda do Norte.
A Cosmologia trata da estrutura e origem do Universo, abrangendo portanto a Cosmogonia. Como ciência moderna, a Cosmologia iniciou-se na década de 1920, quando os maiores telescópios de então estavam sendo usados para estudar os objetos visíveis mais remotos no espaço, procurando encontrar respostas para questões relacionadas com a estrutura do Universo. (Fica evidente, pela data de seu início, que toda a Cosmogonia moderna foi construída dentro da estrutura conceitual evolucionista).
Na história da Cosmologia, destacam-se as observações efetuadas pelo astrônomo norte-americano Edwin Hubble (1935) que levaram à idéia de um "Universo em expansão", e conseqüentemente a um início em que toda a matéria estaria concentrada, e a partir do qual teria ocorrido a grande explosão inicial, o "Big Bang". Aparentemente essa idéia se coadunava com "o princípio" de Gênesis 1:1, mas levou a estimativas de 2 bilhões de anos para a "idade do Universo", o que causou problemas para a interpretação criacionista, aceita por alguns, de um "Universo jovem". Por outro lado, a interpretação evolucionista então corrente para a idade da Terra, aceitava para ela a cifra de 4 bilhões de anos, não sendo concebível que a Terra, como parte integrante do Universo, pudesse ser mais velha do que ele.
Em face dos problemas surgidos no âmbito da interpretação cosmológica, nos últimos 70 anos foram sendo feitos ajustes e correções às suposições iniciais que haviam levado à formulação da teoria do "Big Bang", bem como também às suposições da Geologia Histórica, de tal forma que hoje as respectivas escalas de tempo se coadunam.
No desenvolvimento da teoria do "Big Bang", entretanto, foram formuladas numerosas pressuposições, que às mais das vezes contradizem o chamado método científico, e que evidentemente foram feitas dentro de uma certa "lógica" essencialmente evolucionista. Dentre elas, podem ser ressaltadas de maneira ilustrativa as seguintes:
Assumindo atitudes não-científicas como as acima expostas, a moderna Cosmologia condenou-se a si mesma, pois ela também incorporou certas pressuposições filosóficas, não científicas. E, pior ainda, fechou os olhos àquilo que bem poderia ser uma parte essencial da realidade e do Universo.
De qualquer forma, não deixa de ser difícil saber como combinar corretamente as verdadeiras descobertas da ciência com a nossa compreensão do texto bíblico, no esforço de procurar respostas às nossas perguntas sobre as origens.
Para nós, como cristãos, independentemente da complexidade das elucubrações científicas, são suficientes os textos bíblicos básicos que se referem à Cosmogonia, como, por exemplo os mencionados direta ou indiretamente na Lição:
"Ainda Ele não tinha feito a Terra, nem as amplidões, nem sequer o princípio do pó do mundo". (Provérbios 8: 26).
"No princípio criou Deus os céus e a terra". (Gênesis 1:1).
"Pela fé entendemos que foi o Universo formado pela palavra de Deus, de maneira que o visível veio a existir das coisas que não aparecem". (Hebreus 11:3).
"E disse Deus: Haja luz, e houve luz". (Gênesis 1:3).
"Pois Ele falou, e tudo se fez; Ele ordenou, e tudo passou a existir." (Salmo 33:9).
Estes textos deixam claro que a Criação envolveu a formação do espaço, da matéria, e da energia (em síntese, do Universo material), mediante o poder criador da palavra de Deus, exprimindo a concepção de Sua mente.
2 A Harmonia das Esferas
"Deus permeia todo o Seu domínio com amor, trazendo cada objeto e operação da natureza a uma vibrante harmonia com o todo". (Comentário da Lição à página 124).
O conceito musical de harmonia e de relações harmônicas não constitui uma invenção arbitrária, mas repousa sobre características básicas da audição e do aparelho auditivo, que podem ser demonstradas mediante experiências bastante simples. De fato, já Pitágoras, no século sexto A. C., usando cordas sob tensão e dividindo-as em razões aritméticas simples (1/2, 2/3, 3/4,...), demonstrou que os intervalos, ou distâncias entre tons, produzidos antes e depois da divisão, eram intervalos fundamentais que o ouvido podia perceber. Em sua experiência, uma corda dividida ao meio produzia uma nota uma oitava acima. Da mesma forma, uma corda dividida na relação de 2/3 produzia uma nota uma quinta acima, e dividida na relação de 3/4, uma quarta acima. A nota fundamental, com as notas uma oitava, uma quinta e uma quarta acima, formam os intervalos musicais primários, sobre os quais se constrói a harmonia musical.
O simples fato de que os mais diversos sons que podem ser produzidos podem ser associados entre si de maneira a formar um todo harmônico, aponta para a existência de um planejamento que envolve também o próprio sistema auditivo do ser humano.
Harmonia, no sentido mais amplo, também se verifica de maneira generalizada em todas as obras da Criação, apesar de às vezes ficar obliterada pelo resultado da entrada do pecado no mundo. De fato, o pecado está intimamente relacionado com a desarmonia. E Lúcifer, como regente dos coros celestiais que era, deveria saber muito bem que tudo que procede de Deus demonstra perfeita harmonia, tendo sido a sua rebelião a causa da introdução da desarmonia no Universo.
O famoso astrônomo Johannes Kepler, que viveu em fins do século XVI e início do XVII, é relembrado pelos seus trabalhos que permitiram compreender a organização espacial do sistema solar, mostrando a existência de uma insuspeitada harmonia no movimento dos planetas ao redor do Sol. Tendo aceito as idéias de Copérnico, de um sistema solar heliocêntrico, Kepler desenvolveu o conceito da existência de uma harmonia matemática nos céus, conceito este desposado na antigüidade pela filosofia de Platão e pela matemática dos pitagóricos.
De acordo com a astronomia de Copérnico, existiam seis planetas, cujas órbitas eram reguladas pelo movimento de esferas invisíveis. Entretanto, por que existiam somente seis planetas, e não dez ou cem? A antiga Geometria grega havia provado que existiam cinco e somente cinco sólidos regulares, os "sólidos platônicos", que podiam ser circunscritos a uma esfera, ou seja: o tetraedro, o cubo, o octaedro (formado por oito triângulos equiláteros), o dodecaedro (formado por doze pentágonos), e o icosaedro (formado por vinte triângulos equiláteros). Kepler, baseando-se na visão matemática da harmonia no céu, suspeitou que entre cada par das esferas invisíveis intervinha um dos sólidos regulares, e este foi o tema de seu livro "Mistério Cosmográfico", publicado em 1596. Apesar da origem mística da concepção de Kepler sobre a harmonia celestial, foi ela útil para a sua descoberta das três leis do movimento planetário que levam o seu nome, e que permitiram a Newton elaborar a sua teoria da gravitação universal.
Assim, pouco a pouco, foram sendo desvendados aspectos cada vez mais profundos e abrangentes da harmonia existente no Universo criado por Deus, mostrando a existência de ordem e planejamento, refletidos nas leis que governam o movimento de todos os corpos celestes, e na "harmonia das esferas".
3 A Destruição da Terra
A destruição da Terra pelo próprio ser humano tem-se tornado tema de crescente preocupação de cientistas, estadistas, e de grandes parcelas da população mundial movidas pelas notícias e comentários da imprensa escrita, falada e televisiva. Há algumas décadas, entretanto, anteriormente ao advento da era nuclear, os brados proféticos de alerta de teólogos e religiosos não eram levados em conta, sendo ainda freqüentemente ridicularizados.
Não somente as conseqüências da deflagração de um conflito nuclear de grandes proporções tornou-se preocupação generalizada, com a probabilidade de provocar a ocorrência de um "inverno nuclear" com conseqüências desastrosas em escala planetária, como também tornou-se um problema complexo o transporte e a disposição de resíduos radioativos, mesmo de substâncias utilizadas com finalidades pacíficas.
Além dos perigos nucleares, o "efeito estufa" provocado pela constante e crescente emissão de gases resultantes da queima de combustíveis fósseis, responsáveis pelo constante e gradativo aumento já verificado na temperatura média do planeta, pode ocasionar conseqüências deletérias como por exemplo a alteração do clima global e o derretimento das massas de gelo polar, com aumento do nível do oceano e inundações das regiões costeiras onde se localiza grande número de populosas metrópoles.
A par de eventos como os citados, em escala planetária, numerosos outros, em escala menor, passaram a ser também objeto de preocupações em setores específicos, destacando-se entre eles a poluição da água, do ar, e do solo, pelos resíduos industriais e urbanos, e pela utilização de agrotóxicos.
Aos poucos, tais perigos impendentes foram despertando uma "consciência ecológica" global, que levou até mesmo à convocação de reuniões de caráter mundial, no âmbito da Organização das Nações Unidas, para o debate dos problemas e a proposta de medidas para enfrentá-los. Duas grandes reuniões sobre o Meio Ambiente foram realizadas a primeira, na década dos anos 70, em Estocolmo, e a segunda no início desta década, no Rio de Janeiro. De fato, o "movimento ecológico" aos poucos foi tomando corpo, surgindo mesmo expressivos partidos políticos "verdes", com ponderável atuação em muitos países. Na tentativa de preservar o ambiente, até mesmo a normalização de processos industriais, de produtos e de atividades, foi objeto de legislação protetora do ambiente, destacando-se nesse sentido mais recentemente uma série de Normas ISO (International Standards Organisation) que passaram a ser exigidas mundialmente. Da mesma forma, passaram a ser exigidos relatórios sobre a viabilidade dos prováveis impactos ambientais resultantes de obras de engenharia de grande porte como barragens, estradas, pontes, portos, aeroportos, conjuntos habitacionais, etc. como condição necessária à autorização para a sua construção.
Destaca-se mais recentemente a preocupação também com o uso do espaço, que, nas camadas superiores da atmosfera, não só já se encontra ameaçado com as emissões provenientes da queima de combustível resultante do crescente fluxo do transporte aéreo, como também com as emissões dos gases fluoroclorados, até há pouco tempo usados em refrigeração e condicionamento de ar, e como propelentes de produtos cosméticos, e que provavelmente seriam os ocasionadores do tão falado "buraco de ozônio" que se alastra sobre a Antártida. E, no espaço planetário, a preocupação com os dejetos resultantes da desintegração dos veículos espaciais que continuam a ser lançados em escala crescente desde o lançamento do famoso Sputnik soviético no início da segunda metade do século.
A propósito, transcrevem-se abaixo trechos da "Declaração Geral" apresentada pelo representante da Grécia na "Terceira Conferência das Nações Unidas para a Exploração e a Utilização Pacífica do Espaço Extra-Atmosférico", realizada recentemente em Viena, na qual, de maneira surpreendente, é mencionado o próprio texto da passagem do livro de Apocalipse ressaltada na parte de segunda-feira da Lição, focalizada sob o prisma de um juízo que será exercido sobre "os que destroem a Terra":
"Quando o primeiro Sputnik foi lançado em 4 de outubro de 1957, ... a maior preocupação ... foi sobretudo o risco potencial da extensão, para o meio cósmico, do antagonismo geopolítico terrestre entre as superpotências da época, e mais precisamente, da sua corrida armamentista.
É certo que o espaço se presta a uma longa série de ações que sem dúvida podem facilitar e melhorar as condições de vida e bem-estar de todos os povos e países de nosso planeta, sobretudo dos que sofrem fome, doenças e analfabetismo.
É certo, também, por outro lado, que o espaço é passível de utilização abusiva e nociva, susceptível de acarretar impactos catastróficos sobre o ambiente físico e sócio-cultural do ser humano. Torna-se, assim, aparente que os extremos do bem e do mal se encontram nessa atividade humana ... que deveria ser tratada com grande prudência e sabedoria.
Entretanto, a corrida em busca da conquista do espaço, e a exploração desmesurada dos recursos naturais limitados, adquiriram recentemente proporções assimétricas e ritmos desarmônicos, completamente fora da lógica e quase paranóicos, circunstâncias essas que se assemelham muito à histeria generalizada das conquistas que atingiu um grande número de europeus (ditos "civilizados") por ocasião dos grandes descobrimentos e das desumanas colonizações de países e povos desconhecidos do ultra-mar (ditos "bárbaros"), no decorrer dos séculos 15 a 19, que da mesma maneira atingiu também muitos migrantes americanos durante o gold rush em direção ao oeste bravio, eventos estes dos quais conservamos ainda péssimas recordações.
... Portanto, é indispensável preservar e consolidar o escopo interestatal e universal da regulamentação internacional das atividades espaciais, e também reforçar a vocação preeminente da ONU e suas instituições especializadas que se ocupam do espaço, dando-lhes também uma nova orientação e um objetivo inovador à sua nobre missão mundial.
... Porque, como diz S. João Evangelista no Apocalipse, "... as nações se enfureceram; chegou porém a tua ira (ó Senhor Deus todo-poderoso), e o tempo determinado para serem julgados os mortos, para se dar o galardão aos teus servos, ... assim aos pequenos como aos grandes, e para destruires os que destroem a Terra". (Apocalipse 11:18).
E é por esse último julgamento que cada déspota ímpio e cada potência arrogante serão julgados, segundo a predição do Apocalipse, todos como "... a grande Babilônia ...".
4 O Poder Restaurador de Deus
Na parte de quinta-feira, a Lição aborda o poder restaurador encontrado na natureza, o qual deve ser entendido como parte integrante do sábio planejamento da Criação, que proveu tudo o que seria necessário até mesmo na emergência de uma separação entre o ser humano e Deus, provocada pela introdução do pecado no mundo.
À medida em que o verdadeiro conhecimento científico progride, vão sendo constatados aspectos inteiramente insuspeitados relacionados com mecanismos de defesa no corpo humano, que não só protegem contra danificações, como também reparam os danos eventualmente ocorridos. Um impressionante exemplo envolve os processos de reparação que ocorrem na célula. A seguir destacam-se alguns trechos do artigo "Interdependência na Síntese das Macromoléculas Evidências de Planejamento", publicado na Folha Criacionista número 19, que ressalta o poder restaurador implantado por Deus na Sua obra criadora:
"Outro impressionante interrelacionamento envolve os processos de reparação que ocorrem na célula. Vários tipos de processos têm sido identificados envolvendo a reparação de genes danificados por radiação ultravioleta. O caso mais bem compreendido é o do dímero timina-timina, que ocorre quando duas timinas adjacentes são irradiadas com luz ultravioleta. Este acontecimento normalmente mata a célula, se for deixado sem reparação, pois as timinas fundidas não podem agir como moldes para novos produtos. Mas as células contêm uma série de enzimas que digerirão esses nucleotídeos e os que estiverem em torno deles, substituindo-os por nucleotídeos novos e corretos. E, surpreendentemente, se essa síntese de reparação for bloqueada de alguma maneira, existe outro caminho para a síntese, que se encarrega de reparar o problema. Na verdade, isso não pode ser o resultado meramente do acaso, mas constitui uma seqüência de verificações e decisões inseridas nos processos vitais pelo Criador, para assegurar a sobrevivência dos seres vivos.
Deveriam também ser mencionadas as mutações, pois muitas delas ocorrem devido a erros feitos na leitura dos moldes de DNA. Tais mutações são recessivas, não-funcionais, ou letais, sendo reparadas ou eliminadas por outros meios. Se os nucleotídeos forem incorporados aos genes, isso ocasionará enzimas inativas, ou parcialmente ativas.
É interessante observar que os evolucionistas dizem que as mutações provêem a "força impulsora para a evolução". Não obstante, muito receio é gerado pelo simples pensamento a respeito de mutações causadas pela luz ultravioleta ou pela radiação atômica. Poderia o processo de mutação, que realmente é um processo degenerativo consistente com a Segunda Lei da Termodinâmica, explicar a evolução, a qual teria de ser um processo de "contínuo aperfeiçoamento"?
Qual é a origem desses maravilhosos processos de reparação? Com certeza não são as mutações, pois os processos de reparação funcionam no sentido de eliminar ou extirpar as mutações. Considere-se a construção de uma máquina na qual, se alguma coisa funcionar errado, estariam disponíveis processos internos para proceder às reparações imediatamente. Essa é a situação existente em todas as formas de vida, mesmo na célula "menos complexa". Da mesma maneira que um computador emite uma mensagem quando surge um erro, na célula há dois caminhos para a biossíntese, que reconhecem e reparam o problema surgido com o dímero da timina na molécula de DNA. Quatro passos ocorrem na reparação:
O reconhecimento da região danificada, feito por uma endonuclease específica; A digestão dos nucleotídeos adjacentes, por uma exonuclease; A síntese de um novo filamento de nucleotídeos emparelhados com os do filamento intacto; e A junção das duas extremidades por uma ligação polinucleotídica.
O que inicia cada um desses passos? O que provoca a síntese das enzimas necessárias à reparação da região danificada? Quanta informação genética é necessária? E, além de tudo, no caso de um improvável bloqueio desse caminho, existe outro caminho que assume o processo e realiza o reparo!
Talvez o interrelacionamento mais complexo, e menos compreendido ainda, seja o que ocorre na formação de anticorpos. A introdução de uma partícula estranha no organismo desencadeia a formação de anticorpos específicos para essa partícula. ... Desde a introdução de uma partícula estranha no organismo, até a formação do anticorpo, devem ter lugar vários acontecimentos a construção da informação genética em uma molécula de DNA que transcreveria a seqüência específica de aminoácidos no anticorpo, e a ativação de uma molécula já existente de DNA, específica para o anticorpo que neutraliza a partícula estranha.
Contemplemos a origem desse impressionante processo! Consideremos as interrelações rigidamente controladas que existem, e sua origem. Como pode ser explicado o "reconhecimento" de partículas estranhas por uma célula, quando, anteriormente à entrada do antígeno na célula, ela não tem nenhum "conhecimento" sobre a sua aparência?!
Estes e outros inumeráveis exemplos de "complexidade irredutível", como diria Michael Behe, apontam para um amorável Criador que, "antes mesmo que o pecado criasse a necessidade, já providenciara o remédio".
BIBLIOGRAFIA
1 Encyclopaedia Britannica, verbetes Harmony (Macropaedia, vol. 8), e Kepler, Johannes (Macropaedia, vol. 10).
2 Mart de Goot, O Modelo do Big Bang: Uma Avaliação.
3 Douglas B. Sharp, Interdependência na síntese das macromoléculas Evidências de planejamento. Sociedade Criacionista Brasileira, Folha Criacionista, número 19, Brasília, 1978.
4 Artigos diversos publicados na Folha Criacionista, classificados no Índice Geral das publicações da Sociedade Criacionista Brasileira sob os tópicos "Modelos Evolutivos" e "Filosofia, Ciência e Religião".
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