Estudo 2 - Índice Comentários - Comentários Prof. Roberto Azevedo


Os Dois Livros de Deus: A Bíblia e a Natureza

Dr. Ruy Carlos de Camargo Vieira


1 – Observações gerais

A lição desta semana aponta para dois livros específicos – a Bíblia e a natureza.

Livros são escritos para deixar documentados acontecimentos, dados, informações, decisões, histórias, etc., para que posteriormente possam ser relembrados e utilizados de acordo com o que as circunstâncias exigirem.

As informações armazenadas em forma de livro, desde a mais remota antigüidade, foram colecionadas em bibliotecas, sob a forma de tijolos de argila, rolos de papiro ou pergaminho, ou, mais recentemente, em livros encadernados, ou ainda reduzidos a microfilmes, fitas magnéticas, discos compactos, ou compactados mediante tecnologias digitais.

Dentre as mais famosas bibliotecas do mundo, ressaltam-se na antigüidade as bibliotecas de Nínive, de Alexandria e de Pérgamo. Em Nínive, centro cultural da época dos Assírios, desde sete séculos antes da era cristã (Assurbanipal reinou contemporaneamente ao rei Manassés, de Judá) foram sendo coletadas, sob a forma de tijolos de argila, valiosas informações sobre os mais diversos temas de interesse. Ainda hoje há no Museu Britânico e em outros locais de estudo da arqueologia, cerca de vinte e dois mil tabletes que restaram da famosa Biblioteca de Assurbanipal, com inscrições cuneiformes feitas pelos escribas da Mesopotâmia. Fundada em torno do ano 300 antes de Cristo, a Biblioteca de Alexandria durante um século não teve rival, vindo a ser eclipsada somente com a ascensão da Biblioteca de Pérgamo (onde o pergaminho sucedeu o papiro como matéria-prima para a elaboração dos livros). Conforme a tradição judaica, foi para a Biblioteca de Alexandria que foi feita a tradução do Antigo Testamento para o Grego, pelos setenta eruditos aos quais se associou o nome atribuído à tradução – a Versão dos Setenta ("Septuaginta", em Latim). Estima-se que a Biblioteca de Alexandria chegou a conter cerca de um milhão de livros!

Pode-se imaginar a quantidade de informação contida nessas bibliotecas da antigüidade!

Hoje em dia, quatro são as maiores bibliotecas do mundo – a "Bilbiothèque Nationale", em Paris, com cerca de 7.000.000 de livros, a "British Museum Library", em Londres, com cerca de 9.000.000 de livros, a "Library of Congress", em Washington, com cerca de 18.000.000 de livros, e a Biblioteca Estatal V. I. Lenin, em Moscou, com cerca de 25.000.000 de livros.

Pois bem, nos dois livros abordados como assunto de nossa lição desta semana, (poderíamos sem exagero chamá-los de duas enciclopédias, ou duas bibliotecas, ou duas "bases de dados" abrangentes, numa linguagem utilizada hoje pela Informática), encontramos um número infinitamente maior de preciosas informações sobre aquilo que na lição anterior foi chamado de ciência natural, paralelamente também ao sobrenatural. E ao considerarmos devidamente o inter-relacionamento entre ambos, poderemos compreender a unicidade existente entre ciência e religião, entre a revelação dada por Deus no mundo natural e a revelação dada em Sua Palavra.

2 – Os dois livros de Deus dados ao ser humano

No estudo da natureza, um dos dois livros de Deus ao homem, o ser humano contempla os dois extremos – o "macrocosmo" [macrocosmo – o mundo das coisas grandes, por oposição ao das pequenas. – Aurélio], e o "microcosmo" – e pode sentir a insignificância de sua posição entre ambos os extremos.

Olhando para o infinitamente grande, sente a presença de um Criador onipotente, seu ser é tomado de um sentimento de reverência, e até o mais empedernido coração é levado a exclamar, juntamente com o Salmista: "Os céus proclamam a glória de Deus"! (Salmo 19:1).

Olhando para o infinitamente pequeno, admira-se da complexidade existente na flor, na célula, na molécula e no átomo, naquilo que o sábio Salomão (a respeito de quem Cristo afirmou que, nem mesmo em toda a sua glória havia se vestido como um simples lírio do campo, que não trabalha e nem fia) chamou de "o princípio do pó do mundo"! (Provérbios 8:26). E essa admiração leva-o a compreender por que o apóstolo Paulo afirmou que "são indesculpáveis" os que não reconhecem "os atributos invisíveis de Deus, assim o Seu eterno poder, como também a Sua própria divindade" que são percebidos "por meio das coisas que foram criadas" (Romanos 1:20).

"Aquele que mais profundamente estudar os mistérios da natureza, mais plenamente se compenetrará de sua própria ignorância e fraqueza. Compreenderá que existem profundidades e alturas que não poderá atingir, segredos que não poderá penetrar, e vastos campos de verdades jazendo diante de si, não penetrados. Dispor-se-á a dizer com Newton: ‘Pareço-me com a criança na praia, procurando seixos e conchas, enquanto o grande oceano da verdade jaz por descobrir diante de mim’." (Ellen G. White, Educação, pág. 133).

De fato, mentes humanas pesquisadoras sinceras da verdade, estudando o livro da natureza, serão levadas a se manifestar da mesma maneira como o fez o grande cientista e cristão convicto, Sir Isaac Newton!

Por outro lado, no estudo das Escrituras Sagradas, o outro livro de Deus dado ao homem, aprofundando-nos no estudo dos mistérios do espírito ali revelados, deparamo-nos com outro oceano ainda maior, e sentimo-nos como crianças apenas observando alguns poucos grãos de areia! Daí unirmos a nossa voz à do apóstolo Paulo, naquele profundo hino de adoração expresso em sua epístola aos Romanos: "Ó profundidade da riqueza, tanto da sabedoria como do conhecimento de Deus! Quão insondáveis são os Seus juízos e quão inescrutáveis, os Seus caminhos!" (Romanos 11:33).

3 – A amplitude dos dois livros de Deus dados ao ser humano

A infinitude do macrocosmo pode ser inferida a partir da declaração feita a Abraão, o "Pai da Fé": "Certamente multiplicarei a tua descendência como as estrelas dos céus e como a areia na praia do mar" (Gênesis 22:17).

Pode-se dizer que cada uma das 1022 (isto é, dez mil bilhões de bilhões) de estrelas cuja existência é estimada no Universo visível tem suas características peculiares e distintivas, não existindo duas estrelas exatamente idênticas! De maneira semelhante, cada grão de areia, cada haste de grama, cada floco de neve, também tem suas peculiaridades. Cada objeto individual no Universo, pequeno ou grande, aponta para a glória criadora e para a suprema criatividade de um Deus que ama a unidade na diversidade, como ilustram as passagens seguintes:

"Levantai ao alto os olhos e vede. Quem criou estas coisas? Aquele que faz sair o Seu exército de estrelas, todas bem contadas, as quais Ele chama pelo nome; por ser Ele grande em força e forte em poder, nem uma só vem a faltar." (Isaias 40:26).

Deus "conta o número das estrelas, chamando-as todas pelo seu nome" (Salmo 147:4).

A infinitude do microcosmo, no outro extremo, pode ser avaliada ao se considerar a enorme massa de informação armazenada em uma simples espira da hélice de DNA!

Para efeito de comparação, consideremos que estão vivendo hoje mais cientistas do que desde o princípio do mundo. Estima-se que, somente na Alemanha, um novo livro é publicado a cada seis minutos. Em cada dois segundos, um novo artigo científico é publicado em todo o mundo. Enfrentamos um verdadeiro dilúvio de informações. O conhecimento total acumulado em todo o mundo é estimado em no máximo 1017 (cem milhões de bilhões) de bits. [O bit é a menor unidade de informação utilizada na Teoria da Informação].

Pois bem, toda essa gigantesca quantidade de informação poderia ser armazenada em apenas 1 centésimo de milímetro cúbico de material genético encontrado na hélice da molécula de DNA! A densidade de informação armazenada na molécula de DNA é de 1021 (mil bilhões de bilhões) bits/cm3. Nos microprocessadores, onde essa densidade atinge os mais elevados valores no armazenamento miniaturizado da informação, na moderna tecnologia, o valor dessa densidade chega até ao máximo de 107 (dez milhões) de bits/cm3.

Quão certo estava Blaise Pascal (1623 – 1662) ao afirmar que "da mesma maneira que todas as coisas falam de Deus àqueles que O conhecem, e O revelam àqueles que O amam, também elas O escondem de todos os que não O conhecem e não O procuram"!

Talvez possamos compreender melhor a amplitude do livro da revelação de Deus para nós, meditando nas palavras do apóstolo Paulo ao escrever a Timóteo, dizendo-lhe "que desde a infância, sabes as sagradas letras, que podem tornar-te sábio para a salvação pela fé em Cristo Jesus" (II Timóteo 3:15). A verdadeira sabedoria deriva não dos milhões e milhões de livros acumulados durante os séculos em todas as bibliotecas do mundo, mas da revelação que se encontra nas páginas da Palavra de Deus, as Sagradas Escrituras, através das quais, somente, nos apossaremos da sabedoria suprema, a sabedoria que pode nos levar à salvação.

Elevemos nossos pensamentos a Deus, com a prece de Davi: "Desvenda os meus olhos para que eu contemple as maravilhas da Tua lei!" (Salmo 119:18).

4 – Um terceiro livro de Deus

Encontramos também no texto bíblico numerosas referências a livros em geral – como se pode verificar em qualquer concordância – sendo que algumas são específicas, e outras genéricas, como se pode apreciar no resumo seguinte:

Livro da genealogia de Adão, livro da aliança, livro das guerras do Senhor, livro da lei, livro da lei de Moisés, livro da lei do Senhor, livro dos justos, livro da história de Salomão, livro da história dos reis de Israel, livro da história de Israel, livro da história dos reis de Judá, livro do testemunho, livro da genealogia, livro das crônicas, livro dos feitos memoráveis, livro do Senhor, livro da visão de Naum, livro da genealogia de Jesus Cristo, livro das palavras do profeta Isaías, livro dos Salmos, livro dos profetas, livro escrito por dentro e por fora, etc.

Êxodo 32:32-33 – ... Risca-me do livro que escreveste. ... Riscarei do Meu livro ... . Salmo 69:28 – Sejam riscados do livro dos vivos ... Daniel 7:10 – ... Assentou-se o tribunal, e se abriram os livros.

Daniel 12:1 – "será salvo ... todo aquele que for achado inscrito no livro". Filipenses 4:3 – "cujos nomes se encontram no livro da vida". Apocalipse 3:5 – "de modo nenhum apagarei o seu nome do livro da vida". Apocalipse 13:8 – "aqueles cujos nomes não foram escritos no livro da vida". Apocalipse 20:12 – "Ainda outro livro, o livro da vida, foi aberto". Apocalipse 20:15 – "Se alguém não foi achado inscrito no livro da vida." Apocalipse 21:17 – "Somente os inscritos no livro da vida."

Dentre os livros citados, merece consideração especial o "livro da vida", no qual devem-se inscrever os nomes dos justos que serão salvos. De fato, as passagens acima deixam transparecer que, desde Moisés, passando por Daniel, Jesus, os apóstolos Paulo e João, em todas as épocas, foi mencionado esse "livro da vida", contendo a necessária documentação a respeito dos que herdarão a salvação, "pelo sangue do Cordeiro".

À luz da moderna tecnologia digital, pode-se também inferir que enorme quantidade de informação sobre a vida dos que serão remidos, desde os tempos de Adão até os nossos dias, poderá estar (e continua ainda a ser) armazenada no livro da vida! No juízo, "ao serem abertos os livros", lá estarão os inexoráveis registros que farão parte dos autos, incluindo os momentos cruciais de decisão na vida de cada um – o arrependimento, o reconhecimento da enormidade do pecado, a compreensão do infinito amor de Deus (expresso no livro da natureza e no livro da revelação), e a aceitação do infinito sacrifício de Cristo para a salvação de todo aquele que nEle crer!

5 – A harmonia entre a natureza e as Escrituras

Seguem algumas citações pertinentes retiradas do já mencionado livro Educação, de Ellen G. White, sobre o relacionamento entre o natural e o sobrenatural, dentro do tema da lição desta semana:

"A natureza ainda fala de seu Criador. Todavia, estas revelações são parciais e imperfeitas. E em nosso decaído estado, com faculdades enfraquecidas e visão restrita, somos incapazes de as interpretar corretamente. Necessitamos da revelação mais ampla que de Si mesmo Deus nos outorga em Sua Palavra escrita". (pág. 17)

"Visto como o livro da natureza e o da revelação apresentam indícios da mesma mente superior, não podem eles deixar de estar em harmonia mútua. Por métodos diferentes, em diversas línguas , dão testemunho das mesmas grandes verdades. A ciência está sempre a descobrir novas maravilhas; mas nada traz de suas pesquisas que, corretamente compreendido, esteja em conflito com a revelação divina. O livro da natureza e a palavra escrita lançam luz um sobre o outro. Familiarizam-nos com Deus , ensinando-nos algo das leis por cujo meio Ele opera.

"Inferências erroneamente tiradas dos fatos observados na natureza têm, entretanto, dado lugar a supostas divergências entre a ciência e a revelação; e nos esforços para restabelecer a harmonia, têm-se adotado interpretações das Escrituras que solapam e destroem a força da Palavra de Deus." (pág. 128)

Em conexão com essas declarações, são feitas a seguir algumas considerações que apontam para aspectos relacionados com a harmonia e a aparente desarmonia entre a ciência e a revelação divina.

Dentro da posição criacionista, a verdade científica se identifica com a verdade religiosa, ou teológica. De fato, a verdadeira ciência, desde o princípio, constituiu um patrimônio do ser humano, revelada pelo Criador e, posteriormente, integrada nos próprios escritos dos patriarcas e dos profetas. Assim, passagens encontradas nos livros da Bíblia, como por exemplo Jó 26:7 e 10, e Isaías 40:22, induzem inequivocamente à concepção de uma Terra esférica "flutuando" no espaço, sem nenhum vínculo material em sua base para suspendê-la e fazê-la "pairar". Além do mais, esses e outros textos, como os encontrados no relato da Semana da Criação no livro de Gênesis, sugerem uma Terra em movimento periódico relativamente ao Sol, de tal forma que pudesse ser feita a "separação" entre a luz e a escuridão, à medida que se desse tal movimento. Isso, aliás, é efetuado através de um amplo círculo que limita as regiões clara e escura do planeta, como se pode observar hoje através de fotografias tiradas por satélites que orbitam em torno da Terra.

Verdades como essa ficaram preservadas nas páginas do cânon bíblico, ao mesmo tempo que, no decorrer do tempo, integraram-se também ao conhecimento das antigas civilizações nos vales do Nilo, da Mesopotâmia e do Indo. Não obstante, foram sendo introduzidas deformações e deturpações nessas verdades, que levaram gradativamente a concepções verdadeiramente bizarras e extravagantes para a explicação da forma da Terra e do seu movimento com relação ao Sol e à Lua. Daí poder-se depreender a existência de esforços deliberados para apagar da memória do ser humano a existência de um Criador e de Sua magnificente obra criadora.

Analisando como surgiu a concepção de uma "Terra plana", em oposição à revelação inicial dada ao ser humano, de uma Terra esférica, o historiador Jeffrey Burton Russell, em seu livro Inventando a Terra Plana, aborda esse tema em palavras que, por extensão, aplicam-se também com propriedade à questão mais geral da geometria e do movimento relativo do sistema Sol-Terra-Lua, conforme transcrito a seguir:

"Por que esse erro (de atribuir a concepção da Terra Plana, e, por extensão, do geocentrismo, a teólogos da Idade Média) persiste ? O que a persistência desse erro pode nos ensinar sobre o conhecimento humano e nossa concepção de mundo?

"Primeiro, os historiadores, cientistas, estudiosos e escritores freqüentemente, de forma consciente ou inconsciente, repetem e propagam erros sobre fatos ou interpretações, pelo que não se pode crer ou confiar automaticamente, sem conferir e avaliar metodologias e fontes.

"Segundo, estudiosos e cientistas freqüentemente são dirigidos mais pelos seus preconceitos do que pelas evidências.

"Terceiro, os historiadores, que, pela natureza de seu trabalho, se poderia esperar que compreendessem que cada concepção de mundo é uma elaboração humana – e que os paradigmas do conhecimento são precários, e inevitavelmente alteráveis – incluindo aí as concepções religiosas e científicas – às vezes se esquecem de que não existem nem podem existir sistemas privilegiados pelos quais se possa julgar a verdade de outros sistemas.* O ceticismo pode estender-se não só a supostos fatos como também a teorias, modelos, novidades intelectuais e concepções de mundo.

"Quarto, o ponto de vista moderno, que combina o relativismo com o progressivismo, da forma como é amplamente aceito, é incoerente. Um verdadeiro relativismo suporia que nenhuma concepção de mundo é melhor do que outra. Um verdadeiro progressivismo suporia que as concepções de mundo estão se deslocando cada vez para mais perto de um objetivo preferido e predeterminado. As duas suposições são mutuamente exclusivas. A hipótese da superioridade de ‘nossos’ pontos de vista com relação aos dos de outras culturas mais antigas corresponde à mais renitente variedade de etnocentrismo. Se não estivéssemos tão etnocentricamente convencidos da ignorância ou da obtusidade da Idade Média, não cairíamos no erro da afirmação de que nos tempos de Colombo era crença geral que a Terra era plana. E não teríamos permanecido nele se não tivéssemos medo do choque conceitual que adviria de entendermos que são precárias até mesmo nossas hipóteses mais acariciadas. A esperança de que estamos progredindo em direção a um objetivo (que não é definido, e com relação ao qual não existe consenso) leva-nos a desvalorizar o passado para que possamos nos convencer da superioridade do presente.

"Finalmente, falácias ou ‘mitos’ desta natureza acabam assumindo vida própria, criando uma dialética entre si, e originando um ‘ciclo de mitos’ no qual cada mito reforça o outro. ... O ciclo se torna tão inserido em nosso pensamento que induz à formação de nossa própria concepção do mundo de uma forma impermeável às evidências. Ficamos tão convencidos de que as pessoas da Idade Média (e do mundo antigo) tinham que ser muito ignorantes para crer que a Terra era plana, que, ao serem trazidas evidências contrárias diante de nossos olhos, nós as evitamos. ... Assim, nossa concepção do mundo acaba se baseando mais naquilo que nós pensamos ter acontecido do que no que realmente aconteceu.

"Um corpo de ‘mitos’ aceito por uma sociedade pode sobrepujar a razão e as evidências, como aconteceu na Alemanha nazista. É preciso, no mínimo, ter certo cuidado!"

E o que aconteceu com a Alemanha nazista teve suas raízes num sistema de doutrinação evolucionista, que aceitou como verdadeiramente científicas as conjecturas da seleção natural, que levaram ao estabelecimento do mais totalitário esquema de "darwinismo social", com repercussões funestas em todos os setores da sociedade germânica da época, e precipitando os horrores da Segunda Guerra Mundial.

"A Palavra de Deus nos ensina a fazer diferença entre a verdade e o erro, e a discernir as influências conflitantes para decidirmos conscientemente."


BIBLIOGRAFIA

1 – ENCYCLOPAEDIA BRITANNICA, Macropaedia, verbete "Library."

2 – Ruy Carlos de Camargo Vieira, A Visão Criacionista da Educação, Sociedade Criacionista Brasileira, Brasília, 1997.

3 – Ruy Carlos de Camargo Vieira, Sir Isaac Newton, Adventista?, Sociedade Criacionista Brasileira, Brasília, s/d.

4 – Folhinha Criacionista número 2, Sociedade Criacionista Brasileira, Brasília, setembro de 1997.

5 – E. H. Andrews, W. Gitt, e W. J. Ouweneel, Concepts in Creationism, Evangelical Press, England, 1986.

6 – Jeffrey Burton Russell, Inventing the Flat Earth, Praeger, N. York, 1997.

7 – Ruy Carlos de Camargo Vieira, A Geometria do Sistema Sol-Terra-Lua, Sociedade Criacionista Brasileira, Brasília, 1996.

8 – Idem, A Esfericidade da Terra, Sociedade Criacionista Brasileira, Brasília, 1996.


Estudo 2 - Índice Comentários - Comentários Prof. Roberto Azevedo