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No século 14 d.C.,
entre 1348 e 1351, 25 milhões de pessoas morreram
vítimas da peste bubônica na Europa. A
praga ficou conhecida como Peste Negra, uma doença
causada por uma bactéria que vive em pulgas de
ratos. Devido à falta de higiene, e à
quantidade de ratos e lixo espalhados pelas cidades,
o mal se alastrou rapidamente, matando 25% da população
européia. Dos que foram contaminados, poucos
escaparam. Essa foi a pior praga de que se tem registro.
Depois, entre 1665-1666, outra epidemia de peste bubônica
atacou novamente a Grã-Bretanha (Europa) e matou
cerca de 70 mil pessoas. A doença só foi
contida por causa do incêndio de 1666 que destruiu
quase toda a cidade de Londres. A bactéria responsável
pela peste chama-se Yersinia pestis. Ela entra no corpo
da pulga, formando um caroço na garganta do inseto.
Devido ao caroço, ao invés de engolir,
a pulga expele o sangue contaminado de suas vítimas
de volta à corrente sangüínea delas.
Atualmente, um vírus, o HIV, está matando
milhares de pessoas. Jovens, crianças e adultos
são atacados sem piedade. Ele se alastrou com
facilidade, devido à falta de controle do sangue
contaminado, ao uso de drogas e por motivos sexuais.
A desobediência às orientações
de Deus quanto à vida sexual é um dos
motivos principais da epidemia de Aids. Deus fez o sexo,
que é bom, mas toda vez que desobedecemos às
Suas leis naturais, sofremos com isso.
Como a peste bubônica e o HIV, que se alastram
com facilidade, o pecado é também uma
doença que atingiu a todos os homens. Nesse caso,
não há como evitar. Uma criança
ao nascer já traz consigo a "bactéria"
do pecado. Ela não cometeu nenhum ato de pecado,
não mentiu nem furtou, mas sua natureza é
pecaminosa. Mas resta uma saída: assim como o
fogo destruiu a praga de Londres, o sangue de Cristo
pode purificar a nossa natureza: "Cristo amou a
Igreja e a Si mesmo se entregou por ela, para que a
santificasse, tendo-a purificado por meio da lavagem
de água pela palavra" (Efésios 5:25
e 26). Pense nisso.
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