| por Michael Behe
Jorge Zahar Editor
A teoria da evolução de Darwin é em
geral aceita pelos cientistas. Embora a luta por essa aceitação tenha sido longa e
árdua, depois de um século de polêmicas entre os cognoscenti, a batalha parece ter dado
vitória ao Evolucionismo.
Mas será mesmo assim? O que
aconteceria se descobríssemos algo que contestasse frontalmente a visão evolucionista
ora pacificamente admitida? O campo da bioquímica, aberto quando Watson e
Crick descobriram a forma de hélice dupla do ADN, revelou os segredos da célula.
Nela os bioquímicos vislumbraram um mundo de insuspeitada complexidade. |
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| Neste
livro, Michael Behe, professor-adjunto de bioquímica da Universidade de Lehigh,
Pensilvânia, EUA, usa interessantes exemplos de motores bacteriais, movimentos de
cílios, mecanismos de visão, transporte celular, e outros, objetivando dar um quadro
equilibrado das dificuldades encontradas no campo dos estudos sobre as origens.
Trata-se de um livro excelente, que embora não abordando o assunto sob o prisma
criacionista bíblico, destaca os desafios encontrados no campo da bioquímica à teoria
da evolução.
Em conexão com o livro,
encontra-se disponível o video-teipe "Irreducible Complexity" que apresenta o
autor expondo e discutindo o assunto em uma conferência realizada na Universidade de
Princeton. Este video-teipe pode ser solicitado pelos interessados diretamente à:
Access Research Network
P. O. Box 38069
Colorado Springs, CO 80937-9904
U.S.A. |