| Este
livro é um desafio que nos leva à reflexão. Deverá ser de especial interesse para
cientistas que ponderam sobre a questão das origens da vida, e de fundamental
importância para os professores de ciências naturais, filosofia e teologia.
Albert Einstein publicamente
declarou:
"Considero que as doutrinas
evolucionistas de Darwin, Haeckel, e Huxley, estão em seu ocaso definitivo."
O famoso evolucionista italiano
Pietro Omodeo escreveu:
"O Criacionismo, que na
perspectiva atual surge como uma antiga e arraigada doutrina teológica, na realidade foi
formulado em fins do século XVII, e só aceito pelo magistério eclesiástico em
torno de 1740, após meio século de investigações eivadas de suspeitas."
Bastam
estas duas citações para demonstrar quão urgente se faz uma
informação mais equilibrada sobre essa argumentação. Sem pedir
que o leitor adote pressuposições específicas, e com uma linguagem
acessível, este livro ataca de frente o problema da origem
da vida sob o ponto de vista tanto histórico, quanto científico,
apresentando um capítulo útil para o esclarecimento do que
vem a ser a ciência, e sobre como devemos encara-la. De Angelis
desembaraça os fios da meada separando os aspectos científicos,
sobre os quais criacionistas e evolucionistas poderão concordar,
dos aspectos teológico-culturais, que dependem da visão de
mundo de cada um.
De Angelis desembaraça os fios da
meada separando os aspectos científicos, sobre os quais criacionistas e evolucionistas
poderão concordar, dos aspectos teológico-culturais, que dependem da visão de mundo de
cada um. |